Press - Interviews
16th October 2008
Interview for Senhoras do Metal

Em 2001 era apenas artista convidada dos ThanatoSchizO [TSO]. Hoje, Patrícia Rodrigues é um elemento essencial na sonoridade da banda, determinante, não só a nível vocal, mas também a nível da composição dos temas. Mais uma característica única de uma banda que prima constantemente pela originalidade.

Patrícia tem 29 anos e nasceu em Mesão Frio, no distrito de Vila Real. Licenciada em Inglês e Alemão (via de ensino), é actualmente professora, um trabalho que confessa adorar. «Apesar de não ser uma profissão nada fácil em variadíssimos aspectos, não me veria a fazer outra coisa... a não ser estar em palco constantemente». Para além dos ThanatoSchizO, Patrícia tem participações no álbum Phoenix Rising, da banda portuguesa Cycles e ainda no EP Lozenge's First Triangle, dos Invisible FlameLight. Uma voz e uma personalidade para conhecer e escutar… com toda a atenção.

Apresentamos-vos a Senhora do Metal, Patrícia Rodrigues. Na primeira pessoa.

(In)Sustentável Certeza

Qual o primeiro contacto com o mundo da música de que te recordas? Foi um apelo natural em ti, ou algo que se foi formando ao longo da tua vida?
A música foi ganhando um espaço dentro de mim ao longo do tempo. Não foi um amor de infância, já que em minha casa não se ouvia muita música, mas aos poucos fui-me apercebendo dos vários estilos que existiam e fui escolhendo os que mais me interessavam e faziam vibrar. Foi também assim que fui descobrindo que gostava de cantar, mesmo sem saber ao certo se tinha talento ou não. Depois segui o percurso normal, cantando para os amigos e recebendo alguns elogios. O ponto alto surgiu no meu primeiro ano de faculdade, quando conheci o Guilhermino [Martins, guitarrista, vocais e sampling TSO] e ele me mostrou outros mundos dentro da música. A partir daí a minha vida nunca mais foi a mesma.

E foi, portanto, nesse processo de descoberta que tomaste contacto com a música mais extrema?
Exactamente! O meu primeiro contacto com a música extrema não foi propriamente auspicioso! Comecei por bandas mais pesadas como Deicide e Cannibal Corpse, portanto a minha primeira impressão foi de estranheza e até de desconforto. Achava que este estilo era demasiado barulhento, incómodo, sem ritmo, sem nexo. Deste modo coloquei logo de lado este género e só lhe voltei a tocar quando me apercebi de que havia muito mais para além das vozes horripilantes e das batidas ferozes. Apercebi-me que tudo fazia sentido e que afinal tinha era de prestar atenção e deixar-me possuir pela força das melodias.

A tua entrada oficial para os TSO deu-se no ano de 2001 (antes do primeiro longa duração Schizo Level), mas já tinhas colaborado com a banda em anos anteriores. Segundo li algures, essa colaboração deu-se por um mero acaso. Fala-nos desse momento.
É algo deveras engraçado e dá-me sempre um prazer imenso contar como tudo aconteceu. Como te disse, mal entrei na faculdade travei conhecimento com o Guilhermino e nessa altura os Thanatos estavam a dar os primeiros passos. Andavam à procura de um vocalista masculino (não faziam qualquer tenção de ter uma voz feminina) e eu assisti a todo o processo que levou à selecção do Tomané [primeiro vocalista], sendo que a etapa seguinte foi a gravação do EP Melégnia [1999]. No dia das gravações, o Guilhermino perguntou-me se eu queria ir com a banda ao Porto assistir à gravação das vozes, visto que ele já tinha conhecimento do meu gosto pela área e porque queria ter mais uma opinião. A parte que eu canto no EP era para ser inicialmente gravada por ele, mas algo aconteceu e ele não estava a acertar com o tom. Isto é algo extremamente estranho, porque o Guilhermino é mesmo muito afinado. Assim, como ele não estava a chegar ao objectivo pretendido, os outros elementos da banda disseram para eu tentar cantar o que ele estava a fazer. Levei aquilo como uma brincadeira, mas aceitei o desafio. Já conhecia muito bem as linhas, o tom e... cantei. Eles gostaram imenso do resultado, da simbiose de vozes e foi assim que comecei a participar em esporádicos concertos como convidada.

E hoje já não imaginarias a tua vida sem este acaso que te surgiu pela frente?
Não. TSO é uma parte bastante importante da minha vida e trabalhei bastante para chegar onde estou. Lembro-te que comecei como convidada e aos poucos fui cantando mais, ganhando mais destaque e peso no som que o colectivo pratica.

A maior parte da imprensa especializada parece ter imensa dificuldade em classificar a sonoridade dos TSO. Há muitos músicos que consideram isso extremamente positivo, uma vez que impossibilita o rótulo fácil e imediato. Como definirias aquilo que os TSO têm feito e fazem actualmente?
Pessoalmente nunca gostei de rótulos, por isso agrada-me imenso fazer parte de um colectivo que se pauta precisamente pela dificuldade em ser classificado. Porém, creio que essa é uma necessidade que as pessoas têm para melhor poderem organizar as coisas na sua cabeça. Respeito isso. Respondendo à tua pergunta, posso dizer que ThanatoSchizO tem vindo a tentar demarcar-se dentro de um estilo demasiado saturado, em que muitos preferem fazer mais do mesmo, em vez de se esforçarem por fazer algo minimamente original e que não pareça uma cópia do que na altura se está a fazer. Isto traduz-se numa congregação de diferentes vertentes do mundo da música, sendo que não temos qualquer pejo em mesclar sons que à partida são completamente divergentes e que muitos pensavam impossíveis de juntar.

Ainda assim, o rótulo que se convencionou, acabou por ser música avant garde, isto é, qualquer coisa como música à frente do seu próprio tempo, contendo elementos inovadores e uma fusão de estilos. Consideras que os TSO estão "à frente do seu tempo"?
Posso, provavelmente, soar um pouco presunçosa, mas creio que estamos mesmo à frente do nosso tempo. Todos os nossos álbuns saíram, por assim dizer, na altura "errada", isto porque as pessoas não os compreendiam, não estavam sincronizadas para assimilar o seu conteúdo. No entanto, aquela era a altura ideal para os lançar, uma vez que assim teríamos a certeza de que não passariam despercebidos, que mesmo passado algum tempo iriam ser recordados.

Fala-me um bocadinho do que cada um dos vossos álbuns significou para ti e qual elegerias como o teu preferido em termos musicais e da tua participação na composição e a nível vocal.
Numa retrospectiva, tanto o Melégnia [EP, 1999], o SchizO Level [2001] e o InsomniousNightLift [2002] são apenas pequenos passos na minha evolução como cantora e como elemento da banda. O grande salto, a meu ver, aconteceu com o Turbulence [2004], onde a minha participação se torna verdadeiramente significativa e presente. Quem conhecer bem o nosso trabalho apercebe-se de que fui evoluindo ao longo dos anos, mas a minha prestação torna-se francamente melhor no nosso terceiro álbum. A minha voz deixa um bocado de parte aquela fragilidade, que sempre a caracterizou, e adquire uma nova força. No entanto, o meu maior orgulho tem o nome de Zoom Code [2008], pois é neste trabalho mais recente que me liberto completamente e mostro uma confiança renovada no que estou a fazer. Aqui respiro melhor, expresso-me melhor, mostro do que sou capaz e deixo no ar a promessa de fazer ainda mais no futuro. Este registo é o culminar de um trabalho pessoal bastante intensivo de descoberta, o qual me possibilitou sentir-me plenamente satisfeita com o resultado final. Nunca antes me tinha sentido tão potente, liberta e confiante.A acompanhar a evolução vocal, as letras também sofreram mudanças e isso era também um objectivo meu. Estava um pouco cansada do carácter negativo do que escrevia e, por isso mesmo, decidi que o Zoom Code veicularia uma mensagem de esperança.

O que achas que a tua voz e a tua presença veio trazer, em 2001, aos TSO?
Em 2001, na altura do SchizO Level, o meu peso ainda era bastante pequeno. Apenas cantava algumas linhas, destacando-se a música Nightmares Within e o poema declamado Cântico Negro, nos quais a minha voz dominava. Naquela fase, a minha voz não trouxe nada de muito novo em relação ao EP Melégnia, porque continuava com uma presença tímida, embora um pouco mais alargada. Creio é que serviu para demarcar o som da banda e mostrar que esta contaria com uma dualidade de vozes, como se se tratasse da "Bela e do Monstro" por assim dizer.

Algo ainda muito em voga na altura…
Sim, mas desde sempre que tentámos fugir ao estereótipo que rodeia esse conceito. Ou seja, as minhas vocalizações não são extensões do que a voz masculina faz, mas sim uma resposta independente e com vida própria.

Actualmente a tua presença perdeu essa timidez inicial de que falaste. Inclusive, tens hoje um papel determinante a nível da composição. Tu e o Eduardo Paulo (voz, guitarra e percursão) têm vindo a partilhar a parte da composição lírica mais a partir do Turbulence [2007], quase 50/50. Compões letras desde o Schizo Level [2001] e à medida que avançamos pela vossa discografia, o teu nome surge cada vez com mais frequência na composição lírica. Como foi que te envolveste nesta parte do processo de composição?
O meu crescente envolvimento foi, mais uma vez, algo perfeitamente natural e espontâneo. Escrever sempre foi algo que quis fazer a par de cantar, uma vez que seria mais uma forma criativa de me expressar. Dá-me um prazer imenso quando consigo transpor para palavras o que penso, sinto, vivo ou projecto como vivências de outrem e o público me diz que se identificou com esta ou aquela frase ou letra. A par da minha maior participação vocal, tornou-se natural o meu maior envolvimento na parte lírica.

Como é esse processo de escrita? De onde surge a inspiração? Consideras que há um imaginário lírico próprio dos TSO, uma espécie de linha comum que percorre todos os vosso temas?
PO processo de escrita começa muitas vezes em simultâneo com o processo de composição dos temas, mas também acontece que algumas letras sejam escritas muito antes de sequer pensarmos em editar outro álbum. No fundo não existe apenas um conceito subjacente ao mundo lírico de TSO; existem sim várias ideias, várias vidas, várias esferas e camadas. Quer eu, quer o Eduardo escrevemos sobre tudo o que nos motivar e na etapa final é feita uma selecção das palavras que melhor aprofundam os temas quando ainda são instrumentais.

Sei que o teu tema preferido dos TSO é (Un)bearable Certainty [Zoom Code, 2008], tema para o qual escreveste as letras. Porque razão é este tema especial para ti?
A primeira vez que ouvi a (Un)bearable Certainty fiquei completamente arrepiada. Isto já tinha acontecido antes com a Nightmares Within [do álbum Schizo Level, 2001] e com a Sublime Loss [do álbum InsomniousNightLift, 2002], mas agora sei que a minha ligação com esta música é muito mais forte, não só por ser mais recente, mas também por reflectir a tal evolução pessoal de que te falei. É um tema extremamente especial e claro que isso também está ligado ao facto de ter sido eu a escrever a sua letra. Nela se espelha um estado de espírito demarcado pelo tempo, mas que nem por isso deixa de me ser actual. Será um tema que dificilmente irei interpretar em concertos eléctricos, mas garanto que fará parte dos nossos reportórios acústicos, o que me agradará muito!

Como é para ti a experiência ao vivo?
Absolutamente estonteante! Dá-me um prazer imenso poder estar tão perto do público e receber a sua reacção no imediato. É sempre algo intimidador termos tantos olhos colados em nós (ainda para mais sendo eu mulher), mas tal é ultrapassado quando agarro no microfone e começo a expressar o que tenho guardado. O formato que mais me agrada é, indubitavelmente, o acústico. Aqui sinto-me mais "desprotegida" e "nua", mas ao mesmo tempo mais confortável e confiante. Posso ouvir-me e ouvir melhor, respirar melhor, libertar-me, sentir-me. Posso também improvisar mais, porque será mais fácil para o público entender o que estou a fazer. No registo eléctrico isto torna-se mais difícil por causa da distorção, o que me limita mais um bocado.

Quais são as referências e/ou influências mais determinantes para ti enquanto música e vocalista? No teu myspace podemos ver uma lista bastante variada, que vai desde Norah Jones e Bjork a Cephalic Carnage e Cult Of Luna... Aquilo que ouves constitui uma referência determinante no teu trabalho? São estas influências que trazes para os TSO?
A minha maior referência é a Anneke van Giersbergen [Agua de Annique, ex-The Gathering] e já sei que, ao afirmar isto, muitos vão procurar as semelhanças, os pontos em que possivelmente posso ter tentado tocar a voz dela. A questão é que, apesar de apreciar imenso a sua voz, nunca a tentei imitar ou seguir os passos dela. Sempre quis demarcar-me das demais vocalistas, ter um timbre que não se parecesse com ninguém em particular e que facilmente seria reconhecido como meu. No entanto, as pessoas sentem-se mais confortáveis quando põem rótulos no que ouvem, daí que é inevitável compararem-me sempre a alguém. No Zoom Code têm-me comparado maioritariamente à Anneke e à Cristina Sccabbia [Lacuna Coil], o que me deixa num estado ambíguo: por um lado é bom compararem-me com duas vozes tão boas, por outro detesto os rótulos.
Quanto à segunda parte da tua questão, o que ouço não constitui uma referência determinante na maneira como interpreto os temas de TSO. Claro que influencia sempre e, de alguma maneira, o som final, mas não são determinantes nas orientações que dou às linhas vocais que crio.

O projecto SM é um projecto empenhado em desmistificar e valorizar a figura feminina no metal e música alternativa. Qual é a tua opinião sobre este assunto? Que mudanças consideras que as mulheres vieram trazer a um meio anteriormente dominado quase exclusivamente pela figura masculina?
Por muito que queiramos contrariar a corrente, a verdade é que o mundo continua a ser muito masculino. Isso nota-se na sociedade em geral e nas suas várias vertentes: política, religião, ciência. Apesar do longo caminho que a Mulher tem percorrido, muito há ainda a fazer para que certos preconceitos sejam derrubados e substituídos pela ideia correcta. Focando-me apenas nesta vertente da música que é o metal, as mulheres são olhadas com uma certa suspeição quando assumem um instrumento. Por exemplo, é raro ver uma mulher a tocar bateria e, quando se vê, nota-se que todos os seus movimentos são medidos, todas as falhas são cruelmente apontadas, mesmo que nem sejam assim tão graves. Creio que existe uma certa intolerância para com as mulheres que assumem certos papéis numa banda de metal. No entanto, há que continuar a lutar para assumir o nosso lugar e mostrar que podemos ser tão boas quanto os homens. Acredito que o papel da Mulher neste meio vai abrindo cada vez mais os horizontes e que o importante é continuar.

A par desse preconceito dirigido em especial à figura feminina, há ainda um certo preconceito quanto à própria música extrema...
Penso que a tolerância para com este estilo de música se vai construindo aos poucos, depois de derrubares as barreiras e acabares com o preconceito. As pessoas têm todas uma ideia muito má deste estilo de música.

Os TSO são a tua maneira de lidar com esta visão fechada de algumas pessoas e mostrar-lhes um mundo que desconheciam e que se calhar podem vir a gostar?
Em TSO nem sequer penso nesse aspecto. No seio da banda não me sinto pressionada a provar nada em concreto, só pelo simples facto de ser mulher. Sou uma vocalista e dou o meu melhor, empenho-me e expresso-me como qualquer um dos outros elementos. Creio que essa é a melhor maneira de provar a minha posição neste mundo e lidar com as mentes fechadas com que me vou deparando.

Na tua ficha no site oficial da banda, tens escrito a seguinte frase, que achei muito interessante - "Dream of eternity - To find harmony and equilibrium within a dream called life". Consideras que os TSO fazem parte dessa tua busca pela harmonia e o equilíbrio? Como procuras atingir esse estado na tua vida do dia-a-dia?
TSO permite-me realizar um sonho que sempre alimentei e é uma maneira de estar constantemente a procurar melhorar-me. Isso permite-me encontrar uma certa harmonia, porque para mim é extremamente importante superar as minhas limitações e daí retiro forças e incentivo para lidar com certas adversidades. Tendo em conta que estamos em Portugal, encontrar equilíbrio e harmonia torna-se arduamente difícil, caso te baseies apenas em factores materiais. Por isso, tento atingir esse estado através de coisas simples como as pessoas que me são próximas, o meu trabalho e, claro, todas as actividades que me permitam extravasar emoções, nas quais está incluído fazer parte de TSO.

Que caminho vão os TSO percorrer agora, depois de quatro álbuns de estúdio e um EP e tendo percorrido tantos meandros diferentes da música?
A direcção vai mudar novamente! Desde sempre habituámos o público a esperar o inesperado de nós, porque cada vez que alguém pensou que não podíamos fazer algo diferente, decepcionámos esse pensamento. Já começámos a pensar no que virá a seguir e mais uma vez garanto que não é algo de que estejam à espera.

O que pensas da cena metal nacional e em especial das Senhoras do Metal portuguesas?
No meu entender, nos últimos anos têm aparecido muitas bandas e projectos que dignificam, em muito, o que de melhor se vai fazendo pelo nosso país. Optar por este género de música não é uma escolha pacífica, por isso é de louvar que tantos tentem fazer cada vez mais e melhor. O nosso maior problema é que não existem muitos sítios com qualidade onde se possa promover o trabalho desenvolvido. O ideal seria existir um circuito de bares e recintos, nos quais se pudesse ouvir novos talentos e divulgar mais o metal no nosso país.
No que diz respeito à presença feminina neste mundo, devo dizer que ainda é muito tímida. Não foram muitas as vezes em que partilhei o palco com outra mulher e isso deixa-me um bocado decepcionada. Creio que muitas precisam de um incentivo para se começarem a mostrar e provar que também somos capazes de chegar ao topo. A ideia limitada de que a mulher não sabe tocar um instrumento tão bem como um homem tem de acabar!

Qual a Senhora do Metal, vocalista, intérprete ou instrumentista, que mais admiras ou aprecias? Falaste há pouco da Anneke…
Para mim a palavra "admirar" é muito forte. Gosto imenso do trabalho que ela desenvolveu com os The Gathering e agora no seu projecto a solo, mas não sou fanática. Tenho aversão a fanatismos! No entanto, respondendo à tua pergunta, todas as mulheres que se destaquem no mundo do metal pela sua prestação profissional, que demonstrem empenho e dedicação e que mostrem o quão talentosas são, têm todo o meu apoio e eu faço questão de exaltar o seu trabalho pessoalmente sempre que tenho essa oportunidade. Acho que é muito importante reconhecer o trabalho de quem se esforça por evoluir e melhorar, por isso nunca me coibi de o fazer.

Por fim, gostarias de deixar uma mensagem aos nossos leitores?
Queria aproveitar para agradecer o facto de o projecto Senhoras do Metal me ter dado a oportunidade de dar a conhecer o meu percurso musical, dando a possibilidade às pessoas de se aproximarem um pouco mais daquilo que sou enquanto vocalista de uma banda de metal. De resto, espero que quem não conhece ThanatoSchizO fique com vontade de descobrir o mundo que temos para oferecer em cada álbum a que demos vida. Quem já conhece, espero que continuem a querer viajar connosco.

Inês Rôlo Martins
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